domingo, 21 de fevereiro de 2010


A vida cotidiana dos trabalhadores do mar.

A volta para casa, para o aconchego da família. A sensação de mais um dia ganho, de dever cumprido.

Chico albuquerque


Amor, força, coragem, carinho, dedicação, doação, são esses os adjetivos dado a uma mãe!!!

Annie Leibovitz






Neste documentário Annie fala de suas Experiências durante a sua carreira, fala da fama e da família.


Annie fez seu nome nos anos 70 como fotografa e editora de fotografia do jornal (depois revista) "Rolling stone", mas foi para o mundo das celebridades e da moda através da revista " vanit Fair" e " Vogue, além da política incluindo imagens marcantes da guerra da Bósnia.


Annie era filha de militar, vinha de uma família grande, passou anos indo de um lado para o outro por conta das transferências do pai. As andanças eram sempre registradas em fotografias. Daí o interesse que acabou virando profissão.


As fotografias de Annie Leibovitz, desde suas séries sobre celebridades, passando pelos anos de Rolling Stone e Vanity Fair, até seus retratos de atletas olímpicos desempenhando seus esportes, revelam uma artista preocupada claramente com a estética fotográfica, e seu trabalho pode ser visto como de uma amante da beleza e da inovação.

Janela Da Alma


Janela da alma é um documentário onde são entrevistadas pessoas que apresentam problemas na visão. São depoimentos, informações, testemunhos e reflexões sobre a maneira de ver de cada entrevistado.
A princípio achei que seria um filme que mostrava deficiência da visão, pois os entrevistados mostravam ter algum grau de deficiência visual. Mas lopo após pude perceber que os entrevistados tinham excesso de visão, pois estes podiam enxergar com sentimentos, com a alma. Um grande exemplo seria o caso do fotógrafo Eugen Bavcar que produzia fotos belíssimas, mesmo tendo deficiência visual, produzia com a alma. Como ele mesmo fala: enxergo com um terceiro olho (Eugen Bavcar).
Um dos trechos que me chamou mais atenção é de Arnaldo Godoy que mesmo tendo ficado cego aos 18 anos, isso nunca foi empecilho que atrapalhasse sua vida. Ele não deixou de casar, trabalhar, ter filhos e ser feliz.
Estas pessoas mostram para nós que ver não depende de imagens captadas pelo órgão da visão. Que podemos ver mais além, com os olhos da alma, estes sim são os verdadeiros olhos do ser humano.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Pierre Verger

Pierre Verger nasceu em París no dia 04/11/1902, desfrutando de boa condição financeira. O ano de 1932 foi decisivo em sua vida: aprendeu um oficio-a fotografia- e as viagens. Após aprender as técnicas básicas com o amigo Pierre Boucher, conseguiu sua primeira Rolleiflex. De dezembro de 1932 até agosto de 1946, foram quase 14 anos consecutivos de viagens ao redor do mundo, sobrevivendo da fotografia. Verger negociava suas fotos com jornais, agências e centros de pesquisas.
Em 1946 desembarcou em salvador, na Bahia, onde o atraíram hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade. Apaixonou-se pela história dos afrodescendentes e pelo candomblé.
A história, os costumes e a religião praticada pelos povos Iorubás e seus descendentes, na África e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de sua obra.
Nos anos de 1960 seu trabalho foi reconhecido internacionalmente e ele recebeu o título de doutor pela Universidade Sorbonne.
Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger, da qual era doador, mantedor e presidente, transformando a sua própria casa em um centro de pesquisas, cujo o acervo contém cerca de 60 mil negativos de fotos suas.